Brasília, 1º de outubro de 2026.
Saber como acolher uma mulher que pede ajuda diante de uma situação de violência é uma responsabilidade que exige escuta, atenção e preparo. Com o objetivo de ampliar a conscientização sobre o tema e orientar profissionais e equipes, o Confea promoveu uma conversa com a presidente do Instituto Nós por Elas, Camilla Liporaci, sobre acolhimento seguro, preservação do sigilo e os limites da ajuda profissional.
A conversa está disponível no YouTube e integra as ações do Programa Mulher do Confea em parceria com o Instituto Nós por Elas. Entre os temas abordados estão o papel dos ambientes de trabalho no enfrentamento à violência contra a mulher, a importância da preparação das equipes, a campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica e as recomendações do Guia Assédio Zero do Confea.
Para Camilla Liporaci, o primeiro passo diante de um pedido de ajuda é oferecer uma escuta acolhedora, sem transformar o momento em um interrogatório. “O primeiro passo é ter uma escuta ativa, disponível e atenta, depois acolher e basicamente entender as necessidades dessa mulher. É importante acolher sem realizar um interrogatório, mas fazendo uma pergunta-chave: Como eu posso te ajudar?”, orienta a presidente do Instituto Nós por Elas.
Para denúncias e pedidos de ajuda:
• Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher. Serviço gratuito e confidencial
• Ligue 190 — em situações de emergência, Polícia Militar
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Equipe de Comunicação do Confea
